Consciência

RECEBA BEM A ENERGIA, ACUMULE-A, POTENCIALIZE-A, DIRECIONE-A E A USE NO SEU ALVO DELIBERADO PARA SENTIR OS RESULTADOS QUE ALMEJA, USUFRUINDO-OS PRAZEROSAMENTE, UTILMENTE E SABIAMENTE! ENVOLVA-SE, VISUALIZE E ACREDITE: REALIZE-SE!

Ame e vibre! O que você tem pra viver a realização de seus sonhos é: você mesmo e o dia. Sim, como nas palavras do saudoso Chico Xavier:

Sempre que amanhece assemelha-se a uma página em branco, na qual gravamos os nossos pensamentos, ações e atitudes. Na essência, cada dia é a preparação de nosso próprio amanhã. (Psicografia de Francisco C. Xavier. Livro: Indicações Do Caminho)

Assim, compreenda que você mesmo é o sujeito ativo de sua história, portanto absolutamente responsável por ela. Você vive pra você e por você. Essa compreensão ainda abrange todo o contexto em que você está inserido, como partícula do Universo, que é, conectado com todos, capaz de criar a sua realidade e reagir à ela, bem como às criações de outros, mantendo um ciclo de estímulos e resultados, criativos, ininterruptos e ascendentes. Isso porquanto todos nós existimos de maneira interligada à rede da vida. Influenciamos e recebemos influência de tudo na medida exata da nossa vibração energética.

Sonhar, com amor, é vibrar. Vibrar é realizar. Entre vibrar (adequadamente) e realizar o almejado existe um ínterim de modulação que se vai conseguindo com o aprendizado das experiências atraídas e vivenciadas pelo sentimento (preponderante) e o empenho da vontade e traduzido pela capacidade consciencial do ser que a tem. Nesse entremeio, substabelece-se enfim a razão como um instrumento moderador. Nada mais do que isso. Por conseguinte, considerando que sentir é atrair, o raciocínio imerso em lucidez deve orientar esse processo, promovendo a harmonia e a expansão, promovendo o fluxo.

O que você tem para externalizar a sua vibração e a sua atração é o hoje, o agora. Há 24 horas para amar (o mais importante), comer, dormir, trabalhar, brincar, evoluir. Por isso, pense nas atitudes que irá tomar durante o dia e as que tomou ao fim dele! Nesse passo, você acontece hoje - lembre-se! Pois, como bem diz um provérbio chinês, o ontem é história, o amanhã é mistério e hoje é uma dádiva, por isso se chama presente.

Sejamos então influentes de nossas vidas de forma consciente! Ganhe tempo tomando atitudes positivas e racionais, amando e brilhando! Aproveitando o melhor que se tem pra viver a cada dia! Com planejamentos e aspirações realizáveis, manifeste sua grandiosidade conseguindo a vitória nas 24 horas que lhe servem. Logo, pense energeticamente e viva você!

terça-feira, 19 de março de 2013

Paradigmas


Paradigma Consciencial
O Paradigma ConsciencialHolísticoConscienciolístico ou  Conscienciológico reconhece, pelo processo de auto lucidez e experiência pessoal (ampla capacidade de percepção e parapercepção), a condição consciencial ou espiritual do ser, ou seja, a sua pluriexistencialidade (muitas existências fora e dentro do corpo físico),multidensidade (muitos densidades energéticas e níveis existenciais), multicorporeidade (muitos corpos, em mesma consciência ou espírito: holossoma) e o seu processo evolutivo ad infinitum. Em suma, o Paradigma Consciencial pressupõe que o ser humano (entre outros seres) é muito mais que um corpo físico: é uma consciência que só agora começa a despertar, a tomar ciência de sua própria existência e finalidade, de onde vem, onde está e aonde vai em termos existenciais e evolutivos. Trata-se de paradigma supra institucional.
Tal paradigma sabe que o futuro é uma onda bioenergética de probabilidades (karma negativo ponderado com o livre arbítrio) e que o pensene (pensamento +sentimento + energias) de boa qualidade é mais poderoso que o de má qualidade. Aceita a Cosmoética como Lei natural do multiverso e compreende que o processo tetradimensional (prisão no espaço-tempo) é transitório, etapa evolutiva a ser conquistada através do aprendizado do amor fraterno e assistencial, ao longo da roda reencarnatória (sansara).
Dos três paradigmas, revela-se o mais “evoluído” e reconhece que o conhecimento é relativo do ponto de vista do observador, ou melhor, sob o prisma do nível de consciência do mesmo. Assim cada um de nós acredita (convicção íntima, consciente ou inconsciente, admitida publicamente ou mantida oculta) que porta o melhor conhecimento (Dialética), que possui a melhor conduta e que domina a verdade de forma absoluta (ou relativa), até começar a enxergar o ego de forma mais ampla, ponderada, universalista e inteligente, melhorando o processo de autocrítica e auto lucidez (Exlética).
O indicado paradigma já existe há muitos séculos, vide os livros mais ricos e profundos da humanidade e multimilenares: os Vedas da Índia (5000 / 8000 anos a. C.). No Ocidente, alguns desses conceitos foram trazidos pela Teosofia e Kardec, desenvolvidos e sustentados até hoje pelo espiritismo. A partir dessas correntes surgiram outras linhas de pensamento, que apresentam o Paradigma Consciencial como se fosse originários dela. Esta atitude neoreligiosa, apenas deseja arrogar para si o mérito de outras consciências muito antigas e mais evoluídas que nós e que talvez neste momento estejam no auge de seu curso intermissivo em colônias extrafísicas avançadas, já sabendo tudo que lemos, ouvimos e escrevemos, aguardando o momento de sua próxima encarnação a fim de realizar seus projetos reencarnatórios (dharma ou missão espiritual).

Paradigmas Futuros
Os Paradigmas mais sutis, ainda muito distantes do horizonte de percepção da humanidade terrestre, concerne à evolução do concreto para o abstrato, do densopara o sutil, da matéria para a energia, do sectarismo para o universalismo, do institucional para o livre pensar. Utilizará linguagem não-linear, não-sequencial, transmental e muitos símbolos e poderosas metáforas para transcender a matéria e os sentidos ordinários do dia-a-dia, cujos espíritos superiores, que habitam o limiar do plano astral com o plano mental (e acima) se valem para sua comunicação. É o modo de abordagem consciencial dos Vedas[1], os quatro principais livros de sabedoria da Índia e do planeta Terra com a natural e mais plena potencialidade intuitiva do ser humano.

Mudança de Paradigma
Todo paradigma consumado oferece um patamar sólido por onde toda humanidade pode caminhar com certa tranquilidade, durante determinada etapa evolutiva. Toda mudança de paradigma causa polêmica, discussão e, principalmente, o medo do novo (neofobia). A Psicologia sabe que o medo faz parte da natureza humana e que qualquer nova perspectiva gera temor do porvir, instigando o instinto de autopreservação e de defesa do status quo.
Vencida a etapa de transição entre o paradigma consolidado e seu sucessor, estabelece-se nova calmaria, que não, necessariamente, invalida o precedente ou legitima o atual.
O paradigma, seja qual for, sustenta sistema complexo de sobrevivência de atores sociais e aparelhos ideológicos de alta influência. Estes estão espalhados na esfera das relações interpessoais permeando o ambiente familiar, profissional e social, no âmbito público e privado, cujos agentes abrangem não apenas os espíritos reencarnados e suas respectivas companhias extrafísicas (laços de afinidade, de acordo com os pensamentos e sentimentos dos reencarnados), como também as pessoas jurídicas existentes naquele determinado espaço e momento evolutivo terrestre – empresas (por exemplo, no campo dos serviços, da indústria e do comércio), entidades privadas sem fins lucrativos (associações, fundações, organizações da sociedade civil de interesse público), órgãos e entidades do Poder Público.
O paradigma molda todos os aspectos da vida em sociedade, incluindo-se a forma como a coletividade enxerga (e se posiciona perante) as ciências, artes, religiões e filosofias, as ideologias de cunho político, jurídico, social e econômico, os modismos culturais, as tendências comportamentais, os valores e interesses, as transformações por que passa a natureza e a humanidade sob prisma dos contextos intrafísico (social) e extrafísico (parasocial).
O advento e a perspectiva de novo paradigma entusiasma os visionários, ao mesmo tempo em que assusta a maioria da humanidade, cuja mentalidade cristalizada se vê ameaçada ante o declínio de verdades e preconceitos, que alicerçam relações interpessoais, usos e costumes, normas e procedimentos, muitas vezes voltados à manutenção do modo de produção vigente e de interesses dogmáticos, financeiros, econômicos e empresariais.
O ser humano prefere travar a mudança a ele próprio mudar e acompanhar a evolução de um paradigma, pois é uma atitude mais cômoda. Novas readequações exigem esforço, estudo e trabalho em torno da reciclagem individual e coletiva, requerendo novas habilidades comportamentais e sobriedade (humildade e lucidez) quanto às limitações a sobrepujar.
O interessante é que o paradigma não é externo à nossa individualidade, mas inerente à nossa consciência. Uma mudança de paradigma não é senão uma abertura ou elevação do nível de consciência, pois é uma mudança numa interpretação ou ponto de vista. Quando Einstein desenvolveu a Teoria da Relatividade, obteve muita resistência no meio científico, que só o entendeu vinte anos mais tarde. Hoje ela é corriqueiramente aceita e já existem alguns físicos visionários que associam a Física Quântica a eventos paranormais.
O que os Vedas (quatro principais livros de sabedoria da cultura hindu) propõem e tem sido disseminado no Ocidente por meio de adaptações realizadas no âmbito da Teosofia, doutrina Espírita, Conscienciologia e de diversas escolas conhecidas, a exemplo da Gnose e da Rosacruz, é o Paradigma Consciencial, uma nova elevação no nível de consciência coletivo ocidental a se iniciar, como sempre, na condição de minoria. Porém, devemos manter a lucidez e a maturidade de saber ponderar e discernir quanto à onda de misticismo incauto que assola na atualidade o Ocidente, a surfar nas ondas da New Age.
Os fenômenos paranormais há muito vêm incomodando os cientistas questionadores e corajosos, cuja quantidade, com o passar do tempo, têm aumentado e se tornado mais comum, visível, contundente e incomodadora. Religiosos fanáticos tentam criar conceitos e justificativas mistificadoras e dogmáticas. Muitos cientistas não acreditam na veracidade de tais fatos, achando que tudo é fraude, enquanto poucos os averiguam com parcimônia e isenção.
Cada paradigma sucessor contém seu anterior, ou seja, todo paradigma “atual” estará contido em seu posterior, aperfeiçoando e complementando aquele. É como uma bolha dentro de outra. Por isso, é impossível “perfurar” ou transcender a bolha mais externa, sem antes transcender ou superar a mais interna.


[1] Tanto o Oriente quanto o Ocidente em toda sua história, em todas as linhas de pensamento (inclusive nas ciências e neociências) estão carregados de folclore, misticismo e religiosidade apaixonada. É preciso manter o filtro do discernimento consciencial para interpretar a sabedoria embutida em tais contextos.
Fonte: http://www.consciencial.org/index.php/blogdalton/122-ciencia-espiritualidade/422-paradigma-consciencial-paradigmas-futuros

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